quinta-feira, 3 de março de 2011

Romanos 12.2

"E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos  pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."


"Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis."

Rm 8.13


"Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.
 Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
Gl 5.13,24

    A palavra carnaval deriva da expressão latina carne levare, que significa abstenção da carne.     


      * Origem pagã: Entre os gregos e romanos costumava-se exibir um préstito em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco, préstito ao qual em latim se dava o nome de currus navalis: de onde vem a forma carnavale.      

     Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos depois, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.


   O carnaval é um exemplo real da sobrevivência do paganismo, com todos os seus elementos presentes. É a explicita manifestação das obras da carne: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes. O apóstolo Paulo declara inequivocamente que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus (Gl 5.19-21).

     Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos.

     Sempre notaremos bebedeiras desenfreadas, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.

    Há quem justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação.

    Como cristãos, não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus: "Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito" (Rm 8.5-8). "Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus" (1 Co 6.20).


"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, 
proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?"
1 Co 6.19


Rei momo

     De origem greco-romana, Momo é a figura mais tradicional do carnaval. Segundo consta a lenda, ele foi expulso do Olimpo (habitação dos deuses), por causa de sua irreverência.

    Nas festas de homenagem ao deus Saturno, na antiga Roma, o mais belo soldado era escolhido para ser o rei Momo. No final das comemorações, o eleito era sacrificado a Saturno em seu altar.


"E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as"
 Ef 5.11

"Porque escrito está:
Sede santos, porque eu sou santo."
1 Pe 1.16

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